Selection d’expositions

Individuelles:
2023: Galerie São Mamede, Lisbonne | 2020: Galerie São Mamede, Lisbonne | 2019: Galerie Keller, Paris | 2017: Galerie Arq.com, Porto | Galerie São Mamede, Porto | Galerie SBN, Porto | Galerie São Mamede, Lisbonne | 2015: Galerie São Mamede, Porto | 2014: Galerie São Mamede, Lisbonne | 2012: Galerie São Mamede, Lisbonne | 2005: Galerie Mário Sequeira, Braga.

Duo expositions:
2014: Assemblée de la République, Lisbonne | 2012: Galerie São Mamede, Porto | 1998: Musée des Transports et des Communications, Porto.

Depuis de 2000 à participer à une cinquantaine d’expositions collectives entre lesquelles:
2023: Galerie São Mamede, Lisbonne | 2021: Galerie São Mamede, Lisbonne | 2020: Galerie São Mamede, Lisbonne | 2019: Galerie São Mamede, Lisbonne | 2018: Art 4 Moz, Marina Douro – Gaia | 2014: Galerie Arte Vale do Lobo, Algarve | Feira de Arte e Antiguidade, Lisbonne |2013: Mosteiro de Tibães |Musée Abade de Baçal, Bragança | Musée de Lamego |Musée Alberto Sampaio, Guimarães | Musée Terra de Miranda | Musée D.Diogo de Sousa, Braga | 2012: Centre Culturel São Lourenço |Galerie Arte Vale do Lobo, Algarve | 2011: Galerie São Mamede, Lisbonne | 2010: Musée Nogueira da Silva, Braga | 2008: Arte sem limites, Porto Gran Plaza, Porto | 2007: Torre da Cadeia Velha, Ponte de Lima | 2006: Gallerie Serv’Artes, Porto | 2002: Torre de Menagem, Braga. | “7 Artistas Portugueses”, Baiona, Espagne | “Arte Douro”, Resende.

Jean Pierre PORCHER é um artista francês, pintor, escultor e arquiteto estabelecido em Portugal desde 1986.
Na sequência do convite feito, em 2005, por uma prestigiada Galeria de Arte portuguesa para divulgar a sua obra, o artista expõe regularmente em Portugal e no estrangeiro.
O seu repertório espacial cuidadosamente elaborado ganha dimensão em séries que, embora minimalistas, são carregadas de densidade, sugerindo uma poética do vazio e do transitório.
Privilegia tons sóbrios que interagem em camadas densas, deixando frequentemente surgir os vestígios de marcas antigas, evocando o tempo e a memória. Este jogo entre dissimulação e revelação cria uma estética de “arquitetura latente”, onde cada intervenção sobre a tela se torna fonte de traços e memórias.
Trata-se de uma obra que demonstra um percurso sólido e coerente, sustentado por uma justaposição entre ordem e sensibilidade, criando um diálogo visual entre o nascimento da forma e a memória do gesto.
O núcleo do seu trabalho reside na construção de cenas da vida e de ambientes onde o tempo se instala através de camadas de pintura e onde o silêncio se torna visível.
A sua força reside na solidez e coerência da sua obra, bem como na fidelidade sincera a uma prática que privilegia a contemplação.
A sua experiência na manipulação do espaço permite-lhe uma abordagem escultórica do vazio, não representado como ausência, mas como matéria expressiva capaz, consoante os movimentos do observador, de inspirar, provocar ou suscitar reflexão.

Fundador de TOPOS ATELIER de Arquitectura, membro correspondente da Société Française des Architectes, possui um vasto trabalho realizado nas áreas do urbanismo e da arquitetura, publicado, divulgado e premiado a nível nacional e internacional.