Sob a cruz, promessa de ressurreição, nadam dois peixes. Um verticalmente em direção ao espírito, o outro horizontalmente em direção à matéria. Eles simbolizam o nosso presente dividido entre o consciente e o inconsciente, uma cisão entre um espírito que não consegue encarnar-se e uma matéria desprovida de espiritualidade.
A presença de uma rã, cuja pele absorve inexoravelmente as toxinas do ambiente, testemunha do equilíbrio natural.

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